Faço uma pós em Direito Tributário e ontem foi apresentada a comparação de imposto sobre fortuna nos diversos países. Na verdade a comparação propriamente dita é muito difícil pq cada um abriga conceitos e nomenclatura diversas, além de contextos diferentes. Mas é inegável que o avanço dessa pauta é uma realidade mundial, incontornável diante da brutal acumulação de riqueza, essa sim, progressiva! Sobre o êxodo dos bilionários diante de uma carga tributária maior , tive o cuidado de printar telas que mostram que ele é residual. Até pq não tem pra onde correr, dado que globalmente a ideia se impõe.
Roberto Campos e o IPES., Roberto Campos Neto e a Brasil Paralelo, tudo a ver: plutocracia, exploração sem limites, traição nacional, empenho pela ditadura permanente, fascismo.
Ótimo. Equivaler riqueza e sucesso não é só pernicioso, mas patológico. Por esse parâmetro, Gandhi é um fracassado, e o príncipe esquartejador Mohammed Bin Salman um sucesso a imitar. E os ricaços que pagavam uma fortuna aos criminosos de guerra sérvios para participar de safáris de civis em Sarajevo? Safáris de gente, 'personalizados', uma iguaria que só o dinheiro proporciona.
Faço uma pós em Direito Tributário e ontem foi apresentada a comparação de imposto sobre fortuna nos diversos países. Na verdade a comparação propriamente dita é muito difícil pq cada um abriga conceitos e nomenclatura diversas, além de contextos diferentes. Mas é inegável que o avanço dessa pauta é uma realidade mundial, incontornável diante da brutal acumulação de riqueza, essa sim, progressiva! Sobre o êxodo dos bilionários diante de uma carga tributária maior , tive o cuidado de printar telas que mostram que ele é residual. Até pq não tem pra onde correr, dado que globalmente a ideia se impõe.
Roberto Campos e o IPES., Roberto Campos Neto e a Brasil Paralelo, tudo a ver: plutocracia, exploração sem limites, traição nacional, empenho pela ditadura permanente, fascismo.
Roberto Campos Neto é, por si só, uma ladainha herdada do avô.
Ótimo. Equivaler riqueza e sucesso não é só pernicioso, mas patológico. Por esse parâmetro, Gandhi é um fracassado, e o príncipe esquartejador Mohammed Bin Salman um sucesso a imitar. E os ricaços que pagavam uma fortuna aos criminosos de guerra sérvios para participar de safáris de civis em Sarajevo? Safáris de gente, 'personalizados', uma iguaria que só o dinheiro proporciona.